Vagas para (3) Enfermeiros de Saúde Materno Infantil

Vagas para (3) Enfermeiros de Saúde Materno Infantil
Vagas para (3) Enfermeiros de Saúde Materno Infantil

15 fevereiro, 2019

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Informamos que todas as oportunidades de emprego publicadas no site EMPREGO.INFROMOZ, sem excepção, não implicam qualquer custo para os candidatos

 

RHDC- CONSULTORIA & SERVIÇOS LDA, é uma empresa de Consultoria em Recursos Humanos, de direito Moçambicano que opera nas áreas de Agenciamento de Emprego, Recrutamento e Selecção, Formação Profissional, Avaliação e Desenvolvimento de Competências, Trabalho Temporário, pesquisas entre outras áreas.

A nossa Cliente é a FUNDAÇÃO ARIEL GLASER CONTRA O SIDA PEDIÁTRICO (ARIEL), uma ONG Nacional que trabalha em parceria com as Direcções Provinciais de Saúde, Serviços Distritais de Saúde da Mulher e Acção Social (SDSMAS) e Hospitais Rurais (HR) nas Províncias de Maputo e Cabo Delgado. Apoia a implementação, acesso e expansão dos Serviços Clínicos de HIV integrados e de qualidade, especificamente o Programa de Saúde Materno Infantil (SMI) /Prevenção de Transmissão Vertical (PTV), Cuidados e tratamento Anti – retroviral (TARV) para Crianças e Adultos e apoio psicossocial através de uma abordagem de Fortalecimento do Sistema Nacional de Saúde. E, no âmbito da consolidação da sua estratégia, através da sua parceira com  a RHDC- Consultoria & Serviços Lda, pretende recrutar

 

 

Enfermeiro  Saúde Materno Infantil – SMI (m/f):

 

Cabo-Delgado – 01 Chiure; 01 Cidade de Pemba; 01 Muidumbe;

 

 

OBJECTIVO DA FUNÇÃO;

 

O Enfermeiro de Saúde Materno Infantil estará sob a supervisão directa do assessor clínico sénior da Fundação Ariel na Unidade Sanitária onde estiver alocado. Esta figura deverá cumprir normas e procedimentos  administractivos da Unidade Sanitária. A assiduidade e pontualidade deverão ser controladas ao nível da Unidade Sanitária como qualquer outro funcionário e a área técnica responsável pelo clínico da US.

Responsabilidades:

 

  • Organização dos serviços SMI, arquivos clínicos e integração dos serviços TARV nas sub-divisões (CCR, CPN, Maternidade, CPP, PF, SAAJ), vice-versa.
  • Garantir a qualidade de preenchimento dos processos clínicos, fichas de seguimento, livros de registo nas consultas, CPN, Maternidade, CCR, FILA, MMIA, etc.

 

  • Garantir a qualidade do seguimento do paciente – diagnóstico correcto, estadiamento da OMS, determinação precoce da elegibilidade ao TARV, início TARV, rastreio da Tuberculose, Tratamento Profiláctico com Isoniazida (TPI) e com Cotrimoxazol (TPC), avaliaç ão nutricional e da adesão, cumprimento das linhas do tratamento em função do diagnóstico e peso, aconselhamento, periodicidade de pedido das análises de controle de CD4, hemograma, e bioquímica.
  • Na CPN (Consulta pré-Natal): Verificar o acesso e qualidade da testagem para a mulher nas consultas (ATIP), pedido de CD4, carga viral, linhas de  tratamento (PTV, TARV, TB, ITS’s, TIP e IO’s), envolvimento do parceiro (convite, aconselhamento, testagem e seguimento/encaminhamento), preenchimento correcto das fichas/livros e dos resumos mensais.

 

  • CCR: avaliação do crescimento, entrega dos resultados e aconselhamento das mães, ligação com os serviços de TARV, início TARV para crianças PCR DNA positivas, início do cotrimoxazol para crianças expostas ao HIV na primeira consulta e avaliar o tempo de profilaxia tendo em conta a opção de PTV (A ou B+) e o aleitamento materno, vacinação, avaliação nutricional (tratamento e suplementação), teste rápido aos 9 e 18 meses.
  • Monitorar os critérios de alta na CCR.

 

  • PCR: garantir a colheita do PCR na primeira consulta (antes de 8 semanas) ou na primeira oportunidade (presença da criança na CCR, caso se trate de uma criança recuperada – PFM/CCS/Nutrição), disponibilidade dos KITs de PCR e registos, colheita e registo de PCR de confirmação.

 

  • Na CCS (Consulta da criança Sadia): vacinação, peso, suplementação, desparasitação, testagem massiva de crianças órfãs/cujos pais apresentam seroestado desconhecido ou ainda com sinais e sintomas sugestivos de infeccão por HIV (dermatites, infecções respiratórias de repetição, candidíase oral/esofágica, otite/otorreia, diarreia persistente/crónica, malnutrição, etc) – se positivas, encaminhar para o início de TARV (maiores de 18 meses) ou para o CCR (colheita de PCR e seguimento em menores de 18 meses, nestes casos deve-se avaliar o Diagnóstico Presuntivo do HIV).
  • Maternidade: Garantir o seguimento da mãe e do recém-nascido, Garantir o preenchimento dos livros de registo da maternidade, aconselhamento e testagem a toda MG na Maternidade, profilaxia das grávidas Positivas assim como das crianças expostas, referência das Crianças expostas e Mães HIV Positivas ás consultas da CCR, referir todas parturientes ás consultas de pós parto;
  • Gestão de medicamentos  no  sector:  verificar  o  stock  de medicamentos,  prazos  de  validade,  conservação e  uso  racional  dos medicamentos e testes, preenchimento do MMIA e FILA, privacidade dos utentes no levantamento dos medicamentos (guichés).

 

  • Falência terapêutica: discussão de casos clínicos, colheita e envio de amostras de carga viral, envio de casos á província, organização dos arquivos e relatórios de casos de falência terapêutica.
  • Avaliar a qualidade de seguimento de mulheres grávidas e lactantes HIV+ nas paragens únicas de SMI: organização dos processos

 

(NIDs/Ordem alfabética) e FILAs (semanas), uso de FILAs para a selecção de faltosos e abandonos (referir para a busca consentida), priorização das mulheres acompanhadas pelo parceiro, início de TARV na maternidade/pós parto e CCR, seguimento da mulher e da criança na CCR no mesmo dia (juntar os processos) até o diagnóstico definitivo da criança.

  • Referência de mulheres: apoiar as US sem TARV no encaminhamento das mulheres grávidas HIV+ com critérios TARV para iniciar o

 

tratamento na US TARV mais próxima, implementar as guias de transferência das mulheres grávidas de um serviço para o outro (início TARV na maternidade deve abrir o processo no pós parto e continuar o seguimento na CCR) e de uma unidade sanitária para outra (ex. A alta de uma mulher numa US de referência ou distante da sua residência, deve ser acompanhada de uma guia a referir o regime de PTV da mãe e da criança).

  • Participar nas reuniões distrital e provincial de balanço da actividade. Discutir, distribuir e avaliar o grau de cumprimento das metas de PTV ao nível das unidades sanitárias e distrito.
  • Garantir a profilaxia com cotrimoxazol a todas as mulheres grávidas HIV+ e profilaxia ARV a todas as crianças expostas na maternidade e CCR.
  • Monitorar a retestagem para o HIV de 3 em 3 meses.
  • Monitorar a avaliação e suplementação nutricional para a mulher grávida HIV+ (medição do perímetro braquial em todas as consultas).

 

  • Priorizar a testagem de parceiros (tanto das mulheres HIV+ e -) e de menores de 14 anos (de mulheres HIV+).

 

 

Para além das tarefas atrás mencionadas, realiza outras tarefas conexas relativas ao bom desempenho dos serviços, devendo con servar em boas condições os bens e equipamentos de trabalho que lhe forem confiados, considerando-se parte integrante da actividade a prestar e todas as tarefas necessárias à prossecução dos objectivos que a determinam, compreendendo nestas as funções que lhe sejam afins ou funcionalmente ligadas, para as quais o Trabalhador detenha qualificação adequada e que não impliquem desvio nem abuso de confiança.

 

 

 

Se reúne os requisitos já enumerados e tem experiência comprovada, envie os seguintes documentos: Carta de Motivação, Bilhete de Identidade autenticado, Certificado de Habilitações Literárias autenticado, Curriculum Vitae detalhado em formato word e em Português. Os interessados devem submeter as candidaturas aos Serviços Distritais de Saúde Mulher e Acção Social (SDSMAS) correspondentes aos distritos na qual se candidatam, até ao dia  22. 02. 2019.

VAGAS NÃO SE PAGA

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